Nas ruas tristes desta cidade
A lua, sonolenta, se escondia no leito das nuvens.
Passando a sós em uma noite como esta,
Eu vi aquela criança... Aquela menina.
De pele pálida, onde fazia a escuridão o seu palco
E de mim e a lua sua platéia.
Naquela voz de choro, havia por trás da dor
Uma voz melodiosa e insana.
Calou-se e olhou pra mim com aqueles olhos grandes e sombrios,
Logo depois olhou para a lua e sorriu
Riu de algo e depois correu para o sombrio da noite.
Tentei acompanhar, mas ela já tinha sumido
Olhei mais adiante,
Vi umas flores murchas e uma foto jogada no chão
Me aproximei e peguei a foto
Era a mesma menina que sorriu pra lua
Apareceu e disse:
"No meu leito de morte, minha alma voltaria,
Cantaria para a lua e se despediria em um sorriso."
Depois disso,
Nunca mais vi
Aquela menina...
sábado, 26 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Garota Sozinha
Sozinha,
No escuro do quarto
Chorando...
A garota se olha no espelho
E tenta encontrar
O que a faz sofrer
Na noite,
O canto da coruja
Faz lembrar as palavras
Carinhosas que jogaram ao vento
E foram destruídas pela tempestade
Que um dia estariam desconfortando
A garota sozinha no quarto
Se destruiu em lágrimas
Acabou em rancor
Nunca irá acontecer de novo
Pois tudo será sempre uma mentira.
No escuro do quarto
Chorando...
A garota se olha no espelho
E tenta encontrar
O que a faz sofrer
Na noite,
O canto da coruja
Faz lembrar as palavras
Carinhosas que jogaram ao vento
E foram destruídas pela tempestade
Que um dia estariam desconfortando
A garota sozinha no quarto
Se destruiu em lágrimas
Acabou em rancor
Nunca irá acontecer de novo
Pois tudo será sempre uma mentira.
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